20 de maio de 2018

Resenha • No Sufoco, de Chuck Palahniuk

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Ah... nada alimenta mais os espíritos dos desajustados quanto a escrita de Chuck Palahniuk!
Conhecido por seu estilo inescrupuloso e crítico, o autor consegue provar em cada novo livro que o ser humano é sempre capaz de demonstrar de um jeito diferente sua crescente capacidade de destruir aos outros – e a si mesmo. Esse caos fica ainda mais particularmente nítido na obra No Sufoco, que nos vem mais uma vez como um soco na boca do estômago e expressa toda a decadência que mora nos cantinhos da alma humana. Venha se for corajoso e descubra mais uma grande história escrita por alguém que sempre tem algo a mais para acrescentar sobre a nossa sociedade, seja isso bom ou ruim – e em ambos dos casos, assustadoramente real.


Quando você tiver 30 anos, seu maior inimigo será você mesmo.

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Considerada por alguns críticos como “o Clube da Luta para sexólatras”, de fato a obra em questão não foge muito do estilo e acaba nos trazendo um pouco mais dessa mensagem abordada nas entrelinhas do clássico Fight Club. O protagonista da história é Victor Mancini, um viciado não em drogas, não em comida, não em bebida, mas sim em sexo. Em reuniões periódicas que mais contribuem para espalhar sua perversão ao mundo do que para ajudá-lo a superá-la, Victor encontra pessoas tão instáveis quanto ele e que deixam no leitor aquela já conhecida sensação que Chuck tem o poder de inserir em suas histórias, que é a de que o ser humano definitivamente não tem mais jeito. Como se não fosse corrompido o suficiente, Victor ainda arruma tempo para aplicar um audacioso golpe que explica o título do livro e lhe garante grande parte de seu sustento: o rapaz visita restaurantes caros, provoca um engasgamento e espera que alguém o salve. Deste modo, seu "salvador" se sente importante e responsável pela vida de alguém, oferecendo-lhe presentes e auxílio financeiro por um bom tempo – tempo suficiente para Victor encontrar novos salvadores. No decorrer do livro acompanhamos a trajetória de rapaz através de seu próprio caminho de sobrevivência contra a loucura que mora dentro de si, e ainda o seguimos em seu objetivo de encontrar-se em sua própria história, descobrir um pouco mais sobre sua infância obscura e aguardar quantas horas ainda restam para sua mãe, Ida Mancini, que está internada num sanatório em caso praticamente terminal. Nesse meio tempo, como se sua vida não fosse atormentada o suficiente, Victor ainda encontra Paige Marshall, a linda médica responsável pelo quadro de sua mãe, que promete ajudá-lo em sua busca de si mesmo e das respostas que necessita para continuar vivendo – mas que na verdade representará para ele apenas mais um degrau subido rumo à sua própria insanidade.


O acabamento da obra

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No Sufoco é escrito por Chuck Palahniuk, mais conhecido na mídia por ser o autor do livro Clube da Luta. Publicado pela editora LeYa em 2015, o livro tem 272 páginas e mede 14x21 cm, sendo ideal para carregar na bolsa. O trabalho da editora foi muito bem realizado, sendo que nenhum erro de revisão foi encontrado; a capa é muito criativa, de modo que a figura da anatomia na altura do busto fez uma relação perfeita com o título do livro – já que Victor se sustenta basicamente “se sufocando” com a comida nos restaurantes. O livro tem orelhas, folhas amareladas e fonte adequada para uma leitura confortável. Ao todo temos 49 capítulos, que são curtos e tornam a leitura agradável; os capítulos funcionam também como a deixa perfeita para a alternância de períodos, uma vez que o livro às vezes remete ao passado, o que faz com que Victor tenha frequentemente vários flashbacks a respeito de sua infância e da relação com a mãe, contando algumas das principais situações que eles viveram juntos. Isso também ajuda, em grande parte, a explicar o porquê de Victor ser do jeito que é.


Por que você deve ler

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Logo no início do livro o autor dedica 4 páginas inteiras para convencer o leitor a fechar o livro e não lê-lo. Bom, partindo disso, parece realmente uma missão totalmente controversa eu tentar agora te convencer a ler No Sufoco, né não? Mas vamos lá... Realmente este não é um livro fácil de ser digerido, na verdade é um dos mais indigestos do autor, na minha opinião. Através de Victor e seus complexos, a história nos introduz aos desvios de personalidade e conduta que permeiam as mentes de todo mundo – mas que quase sempre permanecem ocultos a olho nu. Repleto por frases inconformistas e críticas à essência do ser humano, mais uma vez somos levados a questionar a veracidade de todas as experiências que acontecem ao nosso redor e analisar a hipocrisia que permeia em todas as nossas relações interpessoais. Aos olhos do leitor mais distraído, Victor não passará de um maníaco sexólatra; ao leitor mais atento, o personagem será a representação de todos os segredos que uma pessoa pode esconder – e ainda continuar vivendo como se nenhum desajuste fizesse parte de si, ou como se aquilo fosse simplesmente normal. Se formos parar pra pensar, isso realmente se faz verdade ao lembrarmos de histórias de psicopatas que surpreendem os conhecidos ao anunciarem seus crimes, uma vez que antes eram considerados pessoas “calmas, educadas e gentis”. A pessoa com expressão pacífica que está sentada agora ao seu lado no ônibus pode ser uma criminosa. A esposa exemplar pode ser uma amante ninfomaníaca. Aquele religioso que prega o amor ao próximo pode desejar secretamente a morte de alguém todos os dias. E nunca ninguém saberá disso. E essa é real a essência do ser humano: mentir, fingir e conviver com suas culpas como se nada disso fosse verdade, iludindo a si e aos outros.

Usamos crítica como falsa participação.

Victor também provoca o leitor ao dizer que o ser humano precisa constantemente se sentir importante. Esta é a justificativa que dá para o golpe que aplica, como uma inofensiva troca de favores: Victor dá a oportunidade de algum qualquer fazer algo de bom para o mundo e se tornar um heroi e esta pessoa, por sua vez, retribui financeiramente ao seu resgatado pela gloria que ele o permitiu viver. E então, após a leitura completa você finalmente entende o paralelo que existe entre Clube da Luta e No Sufoco: o primeiro é responsável por mostrar o quanto a sociedade em si é corrompida; no segundo, você compreende as pequenas e íntimas corrupções que consomem o ser humano lentamente, dia a dia, em cada minuto que passa. Clube da Luta mostra a podridão que existe lá fora; No Sufoco mostra a podridão que exala de dentro de cada um de nós.


Preste atenção!
Antes de tudo, é muito importante resssaltar que este livro é voltado para maiores de 18 anos, como já se pode imaginar. As obras do Chuck Palahniuk em si não são lá muito indicadas para menores de idade, mas esta em especial, por se tratar da história de um viciado em sexo, possui muitas narrações explícitas sobre o tema e descrições sem nenhum tipo de censura. Deste modo, aconselho cuidado não só para menores de idade, mas também para pessoas que sejam mais sensíveis ou que se incomodem em ler diálogos muito escrachados sobre o tema.

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A gente vive e a gente morre e o resto é puro delírio.

A próxima advertência é aquela que dou sempre que resenho um livro de Palahniuk: o autor definitivamente não é para todos os gostos. É preciso ter estômago e sangue frio para ler qualquer obra sua, pois palavras não são poupadas e as ideias costumam ser as mais profundas possíveis acerca de temas que nem sempre estamos prontos para nos confrontar ou com os quais não nos sentimos confortáveis, como drogas, sexo, bebidas, decadência, religião, fanatismo, existencialismo, controle das massas, alienação social, etc. Se isso te instiga e desperta curiosidade, vá em frente e tente a sorte. Mas se você ainda não se sente pronto para ler livros que sejam tão diretos assim ou ficou receoso do impacto que isto pode lhe causar, então de fato você ainda não está pronto. Espere alguns anos, continue lendo e explorando gêneros e histórias diferentes, e aí sim tente novamente.


Meu toque pessoal

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Chuck é e sempre será um dos meus autores preferidos, por mais louco que seja, por mais que as vezes eu leia algo e logo em seguida pensar "uuugh Chuck, não precisava escrever isso". Gosto como seu pensamento ácido e seu humor negro movimentam meus neurônios e me despertam a questionamentos que provavelmente eu não teria sozinha ou lendo qualquer outro autor. No Sufoco é um livro bacana, mas um pouco mais específico do que outros do autor – o que faz a narrativa ser um pouco mais lenta e concentrada no personagem em si e em tudo o que ele vive internamente. Honestamente eu tinha muitas expectativas que não foram superadas com a leitura, mas talvez esse seja mesmo um erro meu, já que o estilo do próprio Chuck nunca é previsível. Sabe aquela ideia do que importa é a viagem, e não o destino? É mais ou menos essa ideia. Com essa história o autor não queria chegar exatamente a nenhum desfecho específico, mas sim guiar o leitor através da mente de Victor, que se reflete na mente de grande parte da nossa sociedade; quem aproveitou essa curta viagem, se deu bem. Quem deixou muita coisa passar e se frustrou ao não ser surpreendido com um final a la Clube da Luta, que inicie a leitura de novo e entenda a real essência do livro.

Tudo o que você puder adquirir é só mais uma coisa que você vai perder.

É uma das melhores obras do autor? Errrr, não. É um bom livro para começar a ler Chuck Palahniuk? Também não. É apenas mais uma boa história escrita por um autor que gosta de cutucar as pessoas acerca de tudo aquilo que elas mais detestam saber ou que insistem em dizer que não faz parte de suas vidas. Recomendo, mas para aqueles que já leram algo do autor e querem expandir sua biblioteca dele, ou que estão acostumados com estilos de escrita mais sarcásticos e irônicos.


Considerações finais

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Uma boa história nem sempre é floreada por enredos felizes ou palavras bonitas – mas ainda assim nos trazem uma mensagem de algo que podemos aprender, ou ao menos nos identificar aqui no mundo real. No Sufoco mostra através da bizarrice que todos nós temos imperfeições a superar, e que ignorá-las não vai levar a nada, pelo contrário. É preciso enfrentar demônios e manter sempre os pés no chão, não importando as reviravoltas que a vida dê... e acima de tudo, estar sempre pronto para recomeçar tudo outra vez, de pedra em pedra, caso nosso castelo desmorone.


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22 comentários:

  1. Oi Débora, tudo bem?
    Resenha mais completa que essa, não existe.
    Sem dúvidas você me convenceu a ler, mesmo sabendo que devo estar preparada rs..Mesmo conhecendo a escrita do autor é um material com assunto que não tenho costume de ler. Então vou adicionar o livro na lista de desejados, sim <3 Amei sua resenha

    Beijos
    Sai da Minha Lente

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  2. Tudo bem? Conheço a escrita do autor e gosto muito.
    Esse livro ainda não li e nem tinha visto antes. Primeira vez.
    Não sei se estou no clima para este tipo de leitura no momento, mas vou anotar a dica.
    Ando lendo muitos thrilles ultimamente.

    Beijos

    www.alempaginas.com

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  3. Olá, eu não conhecia o livro e achei a sua opinião sobre ele muito interessante, não acho que o leria por agora, mas fiquei curiosa para poder conhecer um pouco mais.

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  4. Oi.
    Ainda não li nada do autor. E, apesar de gostar de livros que suscitam esse tipo de reflexão sobre a sociedade e sobre nós mesmos, não é algo que eu esteja procurando ou preparada para ler no momento.
    E acho que quando for ler algo do autor vou ler o clube da luta primeiro, prestando atenção no que você ressaltou, que o importante é a viagem e não o destino em si.
    Adorei a resenha, muito bem escrita e clara.
    Beijos.

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  5. Oi, tudo bem?
    Nunca ouvi falar desse livro e nem do autor, então, foi uma grata surpresa. Pela capa em si, acho que não seria um livro que daria uma olhada. A sua resenha me fez crer o quão importante é o debate da temática. Ainda mais que o vício em sexo nem sempre é visto como um vicio ou uma doença. Não li muito sobre o assunto e seria bom ler um livro assim. Adorei, beijos!

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  6. Oi Débora, eu não conhecia o livro, mas achei bem louco, gostei, parece ser o tipo de leitura que nos tira da zona de conforto. Adorei conhecer a obra.
    Bjos
    Vivi
    http://duaslivreiras.blogspot.com.br

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  7. Oiii Débora

    Uma boa história realmente nem sempre rpecisa ser floreado com enredos de florzinhas e finais cor de rosa, às vezes essas leituras cruas são justamente o que a gente precisa pra sair da zona de conforto. Ainda nem li nada do autor, mas tenho Fight Club pendente pra ler, e se eu gostar quem sabe mais adinate também agregue No Sufoco à minha lista.

    Beijos

    www.derepentenoultimolivro.com

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  8. Olá, tudo bem? Olha está aí um livro eu eu nunca tinha escutado ninguém falar dele, nem mesmo conhecia esse autor. Achei a sua resenha muito interessante e completa, fazia tempo que eu não me interessava por um livro apenas lendo as resenhas, esse chamou muitíssimo a minha atenção! Nunca, li nenhuma obra sobre viciados em sexo ou algo do gênero, mesmo sendo de uma maneira explicita acredito que, a escrita seja de maneira diferente daqueles encontradas em romances eróticos ou algo do gênero.
    Sempre tive problemas em comprar livros da editora Leya por causa das letras minusculas dos livros mas, nesse ela não fez isso, ainda bem!

    Beijos e Abraços Vivi
    Resenhas da Viviane

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  9. Já tinha visto o livro, mas não conhecia a premissa dele a fundo , mas gosto da ideia da trama retratar os desvios de personalidade humana, afinal todos temos. Realmente quero ler esse livro, sou o tipo de pessoa que olha pra pessoa que me dá bom dia todos os dias e fico imaginando que ela pode ter um corpo no porão rsrs.

    Abraços.
    https://cabinedeleitura0.blogspot.com.br/

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  10. Olá, tudo bem? Nunca li nada do autor, apesar de amar o filme O Clube da Luta. Eu acho que não sou um público alvo para ele, justamente por essa excentricidade demasiada, mas quem sabe futuramente?! Sua resenha está maravilhosa, bem detalhada e explicada. Adorei!
    Beijos,
    http://diariasleituras.blogspot.com.br

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  11. Olá
    Nunca li nada do autor, apesar de um amigo viver me indicando, ainda não me senti preparada para ler kkk.
    Creio que todos os livros tem o seu momento certo e o meu ainda vai chegar.
    O livro esteticamente chamou minha atenção. Realmente foi bem feito.
    Espero ler futuramente.
    Bjus

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  12. Olá, livros assim são bastante pesados mesmo, mas eu tenho uma enorme curiosidade em livros assim pq muitas críticas em relação a humanidade nessas histórias acabam me deixando bastante pensativos, inclusive sobre mim mesmo, sobre minha pessoa. Mesmo sendo um livro pesado eu leria com toda certeza e é como você disse, não precisa ser uma história feliz para ser um livro bom. Pretendo ler e espero que eu goste, bjs!

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  13. Bem diferente esse lance do autor tenta convencer o leitor a não ler o próprio livro dele. Ainda não tenho pretensões de ler, mas quem sabe mais para frente.
    Bjs Rose

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  14. Olá, eu ainda não li nada do autor e apesar de ter ficado curiosíssima para ler esse livro (que doida essa golpe que o personagem dá ao fingir estar sufocando!), acho que vou seguir seu conselho de começar a ler as obras do autor por outro título. Ótimo post.

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  15. Oie!
    Ainda não li nada do autor, mas confesso que ainda não senti vontade de ler nenhum dos livros, rs. Achei interessante tudo o que apontou sobre a trama, mas eu prefiro outros gêneros para ler. Mesmo assim vou anotar essa dica.
    Bjks!
    Histórias sem Fim

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  16. Olá!
    Que resenha maravilhosa! Pelo título e capa já se tem uma impressão de que a realidade nua e crua será retratada ao longo das páginas desse livro.
    Não conheço ainda a escrita desse autor, mas gostei do teor e principalmente pelos temas retratados.
    Me agradaria a leitura com certeza.
    Beijos!

    Camila de Moraes

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  17. Olá! Tudo bom?

    Ainda não tinha ouvido falar dessa obra, e não tenho muita certeza se leria mas gostei do tema do cara ser viciado em sexo, acredito que leria por curiosidade haha Gosto disso de ser direto, pode ser que eu tente a sorte. Adorei a sua resenha, mesmo não sendo o meu estilo despertou o meu interesse ♥

    Beijos

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  18. Olá,
    o tema do livro não faz meu gênero. Além disso achei ele muito forte, acredito que independentemente do assunto, não é um livro para qualquer leitor. Mas gostei da sua análise, você escreve bem.
    bjs.
    Pri.
    http://nastuaspaginas.blogspot.com/

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  19. Olá,
    eu não conhecia o livro e nem nunca havia lido nada a respeito desse autor. Apesar de não me incomodar com narrativas explícitas e inclusive já ter lido muitas obras com teor semelhante - embora com uma abordagem diferente deste -, não creio que esta seja uma leitura que eu faria, não consegui me interessar pelo livro. Apesar disso quero lhe parabenizar pela resenha detalhada, mas se permite dar minha opinião pessoal, um texto mais sucinto se trona mais atraente à aqueles que buscam apenas um direcionamento sobre prováveis leituras.

    Abraços!
    Nosso Mundo Literário

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  20. Nunca li nada do autor, apenas ouço falar muito bem de suas obras. Me chamou bastante a atenção ele se dedicar a convencer o leitor a não ler o seu livro e issos já me aguçou a curiosidade. Não sei se é o meu tipo de leitura, mas acho que seria uma oportunidade ótima para sair da minha zona de conforto.
    beijos

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  21. Oii.
    Nunca li nada do Chuck, mas tenho muta curiosidade.
    Esse livro está lindo, já queroo.
    Confesso que não leio muito o gênero, mas é muito bom diversificar.
    Bjs Mary

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  22. Oi Débora!

    Tudo bem? Confesso que do Palahniuk eu só li Clube da Luta um milhão de anos atrás e amei, mas a narrativa dele é bem pesada e por isso acredito de verdade que tenho que estar em um certo estado de espírito ou não vou aproveitar.

    É incrível que o livro proporcione tantas reflexões, para mim essas obras são as que sempre se entram pra lista de favorito. No Sufoco não está na minha lista de livros para ler em um futuro próximo (eu acho), mas quero sim conhecer mais essa história que, por tudo que comentou, é absolutamente incrível.

    Beijinhos - Jessie
    www.paraisoliterario.com

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